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Pesca Marinha

Fishing-2Na Namíbia, a pesca tem se tornado de forma consistente, o segundo maior sector da economia nacional seguido da exploração mineira, isto em termos de receitas advindas de exportações. Embora o contributo das receitas provenientes dos recursos marinhos e respeitantes ao Produto Interno Bruto (PIB) tenha flutuado nos últimos anos, verificou-se um aumento geral de 288 milhões de dólares Namibianos, ou seja 41 milhões de dólares norte americanos em 1991 para 2 213 milhões de dólares Namibianos, ou seja 316 milhões de dólares norte americanos em 2003. Mais de 20 espécies de importância comercial são capturadas e, o total de desembarques avultou em 549 515 toneladas em 2006.

A política do governo que encoraja a transformação de pescado onshore e a "Namibianização"da força de trabalho, tem presenciado empregos directos na indústria pesqueira, e acresceu para aproximadamente 14500 pessoas.

Os produtos marinhos Namibianos, em particular a pescada, a sardinha enlatada, lagostas e atum, são saboreados mundialmente. As fábricas de transformação do pescado cumprem com os mais elevados padrões internacionais de segurança, dai tornando a transformação do pescado como um dos pilares da economia Namibiana.

Em Angola, a sardinela, o carapau, sardinhas e robalos, são os importantes para o mercado local, ao passo que o camarão, o caranguejo, lagostas e espécies tropicais de profundidade têm como alvo os mercados estrangeiros. A indústria das pescas é o terceiro maior sector da economia após a exploração de petróleos e diamantes. O total de capturas comerciais em 2006, foi de 213 948 toneladas.

Embora a maioria das capturas angolanas seja feita por embarcações industriais e semi-industriais, as pescas também sustentam pelo menos 25 000 pescadores artesanais. Por outro lado, 80 000 Angolanos, na sua maioria mulheres que preparam e vendem o pescado, dependem dos pescadores artesanais para os seus meios de subsistência. Os frutos do mar constituem uma fonte básica de proteínas para a maioria da população nas regiões costeiras de Angola. Com o declínio da agricultura devido à guerra e as suas consequências ( algumas zonas rurais continuando minadas), a pesca e a aquacultura tornaram-se pedras fundamentais da segurança alimentar para grande parte de Angola.

Na África do Sul, as principais espécies-alvo são a pescada, sardinha, anchovas, lagosta, lula, atum e várias outras espécies de linefish. Não obstante o sector das pecas contribuir com menos de dois porcento ao PIB Sul Africano, esta é deveras, uma industria importante nas províncias costeiras e uma fonte vital de renda e postos de trabalho para a população do litoral.

A frota de pesca varia em tamanho desde os botes de lagosta, aos mais sofisticados arrastões congeladores. Em 2006 o total de capturas comerciais de toda a África do Sul foi equivalente à 668 208 toneladas. Os pescadores subsistentes operam ao longo de toda a costa Sul-africana, recolhendo uma vasta gama de espécies, mais propriamente linefish, mexilhões, ostras, ascídias e caramujos. Varias espécies de algas marinhas constituem a base de uma indústria que produz produtos algínicos e alimenta as operações de aquacultura.

A pesca desportiva, em particular a pesca recreativa à linha, é uma das principais atracções para os Sul-africanos e turistas estrangeiros ao longo das costas sul-africanas e Namibianas.